20 JUNHO – “D I A do R E F U G I A D O”

20 JUNHO – “D I A do R E F U G I A D O”

Visão particular e pessoal são ingredientes formadores de própria opinião — inalienável e respeitável –, mas, nesta condição, há discriminação, inclusive culto a “estrangeirismo”, ao qual não me alinho, tão pouco alio-me porque enxergo essa divisão territorial e, consequentemente, separação, entre si, do contingente de mais de 7 bilhões terráqueos, porque representa, inegavelmente, efetivação da tatuagem “ESTRANGUEIRO” nas testas de pessoas que se ausentam dos seus locais (países) de nascimentos, independente da motivação (passeio ou fugas), sob adequação desse processo arcaico de governança nas 200 “nações” espalhadas (separadas) no planeta terra, que, religiões — independente de coloração –, são, também, instrumentos de negação à interação (convivência) humana, lato sensu, embora, Deus, sob meu sentimento, constitui-se único, ou seja, inadmissível disputas (embates), por muitas formas (retórica, física e violênci etc.), como meio (caminho) de alcance à Divindade.
Falta prova ou indício de procedência de real boa-fé!
Tantos “pregam religiosidades (cristianismo — católico, protestante, pentecostal –, budismo, islâmica, espiritismo), com catecismo efervescente e fervoroso, pelo que se nos apresentam apenas prevalecente “boca para fora”.
Eu, pregador de “bobagens”* à luz do entendimento de muitos convivas, percorro, eventual e atentamente, longos caminhos por alguns lugares (Brasil, Europa e USA), e, por onde ando, presencio sofrimento (‘peregrinação’) de gente sem emprego, desprovido de alimentos, sob tetos a descoberto* chamados forasteiros, vindos de cantos e recantos –, sem mínima condição de sobrevivência orgânica, por obra das disputas de posses de territórios (“governabilidade), controles sobre populações, que favorecem aos governantes e aos mentores religiosos.
Não me sinto confortável defender territorialidade em detrimentos ou supressões de liberdade e vida, principalmente de quem não participa de conflitos ou sequer sabe a razão de tais lutas sanguinárias, muito menos defendo interesse desumano, tampouco advogo causa de malfeitor, mesmo que eu seja, direta ou indiretamente, favorecido, isto, postura pessoal e profissionalmente!*
João S. Souza – miseraveisindependentes.com