Mês: Junho 2017 Page 2 of 5

CONCEPÇÃO da EXPERIMENTAÇÃO

Não confundamos atividade política com partidária (simpatia ou filiação à legenda-eleitoral), necessariamente: a primeira é proposição e exercício de atos à satisfação de interesses que não sejam apenas individuais, enquanto a segunda limita-se à formatação de idéias constitutivas de corpo (corporação) miúdo, embora, aparenta instrumento propulsor de reflexo difuso correspondentemente a aspiração popular.
Assertiva objetiva tão-somente ‘desmistificar’ entrelaçamento de substâncias tangíveis, portanto, possível aglutinação, entre si, tanto quanto separação, circunstancialmente!
João S. Souza

I_N-U_S-I_T-A_D-O

Mulher ingressa na Justiça contra marido, pede indenização por se casar, enganosamente, com “pênis pequeno”.
Karla, 26 anos, balconista e residente em  Minas Gerais, processou seu ex-marido Antonio Dolores, 53 anos, por insignificância peniana.

Embora inédito no Brasil, há processos originados por situação do gênero, com bastante ajuizamento na América do Norte e outros cantos.
Essa moléstia é caracterizada por pênis que em estado de ereção não atingem oito centímetros.
A literatura médica descreve a reduzida envergadura como inibidora drástica de libido feminina, que interfere, de forma impactante, na construção do desejo sexual.
O caso em comento, casal, antes do enlace matrimonial, viveu dois anos uma relação de namoro e noivado, e, durante este tempo, não desenvolveu relacionamento sexual direta de nenhuma espécie em função da convicção religiosa de Antonio Chagas.
Karla, agora, acusa o portador do literal “pintinho” de usado a motivação religiosa para esconder seu problema crônico, e à imprensa disse a denunciante “se eu tivesse visto antes o tamanho do ‘problema’ eu jamais me casaria com o indigitado”.
A legislação brasileira considera erro essencial sobre a pessoa de cônjuge existir “ignorância, anterior ao casamento, de defeito físico irremediável, ou de moléstia grave”.
Assim, partiu desta premissa a cliente da advogada postulante a reinvidicação da anulação do casamento, bem com a desejada indenização de R$200 mil pelos anos de namoro e 11 meses de casamento.
Antonio, doravante, conhecido na região como Toninho Anaconda, afirma que a repercussão do caso gerou graves prejuízos a sua honra e, também, quer reparação na justiça por revelação pública da sua intimidade.
A mulher, in casu, para piorar a imagem do “varão“, tentou, sem sucesso — valor da causa supera o limite de 40 salários-mínimos — o processamento da busca indenizatória  no Juizado de Pequenas Causas.
Isso, sim, seria (é) mais humilhação!

A T E N Ç Ã O à V I D A

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Certa feita — saguão do Fórum Lafayete –, avistado por um dos milhares de colegas meus conhecidos, o dr. Sebastião, conviva desde meu ingresso na advocacia, disse-me, em tom de pilhéria, “senti indigestão de vírgula”, referenciou-se a livro da minha autoria — diferente da regra nacional — com extensa utilização da pontuação (vírgula, ponto-e-vírgula, exclamação, interrogação, dois-pontos, reticência, ponto-parágrafo ou final), sem com isto imaginar-me infalível, porque falha ou deficiência em atitudes é possibilidade na feitura humana, entretanto, renunciar ao dever de produzir melhor não é tarefa humanitária aceitável.

Moral da história:
a vida interpretada, vivida de diversas maneiras, nós quem fazemos a sua pontuação como realmente importa, isto faz muita diferença!

Há campanha  de valorização da lpontuação:

*a vírgula pode ser uma pausa, ou não:

não, espere;
não espere.

*Ela pode sumir com seu dinheiro:
R$66,5 ou
R$6,65

*expõe-se gente ou cria-se heróis:
isso só, ele resolve!
Isso, só ele resolve!

*Vírgula será a solução:
perdido, nada resolvido!
perdido nada, resolvido!

*A vírgula muda uma opinião:
não queremos saber!
não, queremos saber!

*A vírgula  condenará ou salvar:*
não tenha clemência!
não, tenha clemência!

*Uma vírgula muda tudo!
*Considerações adicionais:

*HOMEM SOUBESSE O VALOR QUE TEM A MULHER, ANDARIA DE QUATRO À SUA PROCURA.

*És feminino, colocou, certamente, a vírgula depois de MULHER;

Acaso masculino, colocou a vírgula depois de TEM.
Compartilhem esta como um presente ao Português.
João S. Souza

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20 JUNHO – “D I A do R E F U G I A D O”

Visão particular e pessoal são ingredientes formadores de própria opinião — inalienável e respeitável –, mas, nesta condição, há discriminação, inclusive culto a “estrangeirismo”, ao qual não me alinho, tão pouco alio-me porque enxergo essa divisão territorial e, consequentemente, separação, entre si, do contingente de mais de 7 bilhões terráqueos, porque representa, inegavelmente, efetivação da tatuagem “ESTRANGUEIRO” nas testas de pessoas que se ausentam dos seus locais (países) de nascimentos, independente da motivação (passeio ou fugas), sob adequação desse processo arcaico de governança nas 200 “nações” espalhadas (separadas) no planeta terra, que, religiões — independente de coloração –, são, também, instrumentos de negação à interação (convivência) humana, lato sensu, embora, Deus, sob meu sentimento, constitui-se único, ou seja, inadmissível disputas (embates), por muitas formas (retórica, física e violênci etc.), como meio (caminho) de alcance à Divindade.
Falta prova ou indício de procedência de real boa-fé!
Tantos “pregam religiosidades (cristianismo — católico, protestante, pentecostal –, budismo, islâmica, espiritismo), com catecismo efervescente e fervoroso, pelo que se nos apresentam apenas prevalecente “boca para fora”.
Eu, pregador de “bobagens”* à luz do entendimento de muitos convivas, percorro, eventual e atentamente, longos caminhos por alguns lugares (Brasil, Europa e USA), e, por onde ando, presencio sofrimento (‘peregrinação’) de gente sem emprego, desprovido de alimentos, sob tetos a descoberto* chamados forasteiros, vindos de cantos e recantos –, sem mínima condição de sobrevivência orgânica, por obra das disputas de posses de territórios (“governabilidade), controles sobre populações, que favorecem aos governantes e aos mentores religiosos.
Não me sinto confortável defender territorialidade em detrimentos ou supressões de liberdade e vida, principalmente de quem não participa de conflitos ou sequer sabe a razão de tais lutas sanguinárias, muito menos defendo interesse desumano, tampouco advogo causa de malfeitor, mesmo que eu seja, direta ou indiretamente, favorecido, isto, postura pessoal e profissionalmente!*
João S. Souza – miseraveisindependentes.com

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