I N V E J A

  I N V E J A

Nunca antes, meu modesto histórico de escriba, registrou a palavra acima a titular esta fala, muito menos imputá-la a alguém, cuja razão do meu repúdio à expressão é não compreender ou aceitar sua existência, porque seria (e é), talvez, dispensável sua circulação entre nós (ditos racionais), cuja exclusão depender-se-ia (e exigir-se-á) da racionalização (pensar), equivalente à autocrítica.
Primeiramente: ontem (07/02/18), no Fórum Lafayette, ao dividir assentos à mesa da “sala-de-convivência” (dentre outras finalidades úteis-positivas do recinto), disponibilizada, indiscriminadamente, a advogados, que a ocorrência, por iniciativa (provocação) de um dos milhares de convivas-forenses, idade superior a 70 anos, o qual além de partícipe da nossa ‘relação-whatsapp’ possui (adquiriu) alguns dos meus livros, inclusive o último “Reflexos Cotidianos”, e, deliberadamente, antes de se retirar daquela “reunião” (participação de 5 colegas-causídicos), disse-me “leio o que escreves, mas você usa muito travessão e parêntese”, que oportunizou  lhe responder “doutor eu não escrevo a somente à gente letrada”. Ele (interlocutor) replicou-me “usa ASPAS!”. Eu, novamente (tréplica), disse-lhe “essa tua indicação é muito mais inadequada, data venia”, a afirmação por motivo óbvio.
Mais tarde, eu estava num restaurante, no mesmo bairro Barro Preto, onde me encontrei, entre outras pessoas, um engenheiro, idade aproximada 65 anos, funcionário da Prefeitura de B. Horizonte, que, a mim disse “li o Reflexos Cotidianos, e, agora, animei escrever um livro, será de memórias. E quero te fazer alguns comentários para melhorar, quanto fizer mais edição do teu livro!”.
Eu não tenho hábito de adiar tarefas de possíveis realizações momentâneas, assim, perguntei-lhe quais as mudanças (melhorias) que tenciona apresentar-me?
O leitor falou-me “transformar as páginas (21) com fotos de jornais (Estado de Minas, Diário da Tarde, Hoje em Dia, Diário Oficial, Diário do Comércio, Tribuna de Minas, Órgão Informativo Procon etc.) em textos, o que objetivara minha explicação ao conviva-noturno: “não farei essa eventual modificação sugerida ao meu trabalho literário porque as referidas imagens são ilustração, portanto, não se constituem argumentos deste autor, sim produção de terceiros com referências a mim àquelas épocas (1989 a 2002).
Resta-me seguinte dúvida: os referenciados conviventes são reais dispersos em relação à Leitura, ou portam propensão a desmerecimento de outrem?
João S. Souza