MÁGICA TUPINIQUIM

MÁGICA TUPINIQUIM

ITAIPU, obra (custo de U$3,5 bilhões de dólares), feita mediante empréstimo-externo (FMI-Banco Mundial), suficientemente à cobertura do empreendimento governamental, inclusive da cota-parte-dispendiosa que caberia (pertence) ao governo paraguaio ou a empresas daquele país-vizinho, resultado de ajustes entre governantes ditatoriais e populistas (Garrastazu/Gaiser e Strosser), tais quais as “parcerias — às custas dos inocentes-contibuintes-pagadores-tupiniquins — entre os recém-passados presidentes nacionais Lula/Dilma e Fidel/Chaves/Maduro, além de Evo Morales, quanto às deliberações financeiras e técnicas que construiram porto-marítimo, aeroporto e extração/refinaria de petróleo, respectivamente.
Grupo de patrícios — massacradora maioria — acometida de amnésia-deliberada, ao que transparece, sequer tem registros de fatos antecedentes a data contemporânea (dia-a-dia), equiparada a jornal-matutino-noticioso — antigo a cada edição de dia anterior — destituído de informações elementares, mas, arvora-se defensor disso e/ou daquilo fora do próprio domínio-curricular (conhecimento), tudo por contas (ordens) da “ideologia” (paixão), interesse-pessoal ou a famosa conveniência.
Nesta oportunidade, não “reeditarei” falácia da pregação “necessidade de leitura e, consequentemente, resultam compreensão e exposição críticas”, às quais nós, brasileiros, não somos afeitos, ‘nem que porca tussa’, e incluí gracejo.
João S. Souza