R E M E M B E R

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Hoje (18/12/2017), ao movimentar pastas num dos arquivos do nosso Escritório, inadvertidamente deparei-me com papéis fora-de-ordem, que, coincidentemente, alguns ligados ao assunto da abordagem de colegas-advogados no Fórum Lafayete (BH), sexta-feira próxima-passada (15/12/17), os quais questionaram as mudanças dos locais de funcionamento de parte das varas-judiciais daquele recinto para outros lugares, inclusive endereçadas à Av Raja Gabaglia (São Bento/Cidade Jardim), sem que a OAB/MG oferecesse resistência às medidas (prejudiciais às “partes” ou jurisdicionados, também impactantes, negativamente, nas atuações de advogados, no que tange acessibilidade e praticidade).
Épocas atrás e por muito tempo, este postulante “ad causam” teria “balançado roseira”, digo, levantado “bandeira”.
Advocacia, ao que se nos apresentam novas levas de dezenas de milhares de integrantes da outrora resistente Categoria, situa-se igualmente a tantas profissões, ou é objeto exclusivo de aspiração de sucesso econômico-material e distancia de um dos princípios basilares que norteiam (ou conduziriam) a Classe, a qual eu dediquei (escrevi), no dia 11 de agosto do corrente ano, a página 142 do recém-lançado livro Reflexos Cotidianos.
‘Não se “faz” mais advogados como antigamente’? 
(compartilhas a quem interessar possa)
João S. Souza