TERRA ARRASADA

TERRA  ARRASADA

TERRA ARRASADA

Há muito tempo não me aventura percurso a pé  por ruas do Centro de BH, à noite, e, ontem,  a caminho do ‘Palácio das Artes’ deparei-me com CENAS, que, se  não conhecesse a  triste realidade da governança-modernosa atuante neste solo-tupiniquim, afirmaria tratar-se SURREALIDADE, isto, quão exagerada a quantidade de GENTE em desacerto perante à normalidade na Av. Afonso Pena e ruas adjacentes, demonstradamente drogados e conflitantes  entre si e, claro, potencialmente eventuais ofensores de transeuntes, sem que notasse a  efetiva presença do Estado (prefeitura e outras esferas fiscais), conforme espelha a imagem produzida por mim, que acompanha este texto, porquê não ousei fotografar outras tantas pessoas em atividade de conflito, enquanto  caminhava por alguns poucos quarteirões.
Ocupantes de cargos públicos falam, em todos os níveis, que há falta de recursos ao atendimento às demandas populares essenciais, mas, ao que parece, tal déficit não afeta as ânsias de centenas de milhares de candidaturas com finalidade de preenchimentos de postos-eletivos, enquanto a CORRUPÇÃO (dispêndios impróprios, enriquecimentos sem causa) apenas alterada quanto às áreas  de sua atuação, que (con)some grande parte da trilhonária arrecadação tributária (taxas, impostos e contribuições).