Independentes

Mês: Setembro 2019

CALAMIDADE PÚBLICA

A música POP (estilo) de produção norteamericana não sofre desse perverso e/ou pervertido declínio operante no Brasil, explicável, porque, talvez, na terra-tupiniquim a ignorância e a desfaçatez são questões de ordenações incontestáveis e, claro, incontíveis, e, diga-se, compõem esse sentimento nacionalista, portanto, a razão de essas DEZ músicas “tops” (consumidas/ouvidas) de “mendonças” aos tantos “mateuses”!
João S. Souza

ESBULHO de TERRENO PÚBLICO

Suponho, acaso aguardemos silenciosos e/ou passivamente resolução da DEMANDA correspondente à reinvidicação administrativa de reintegração de posse da áree pública (terreno interno da rotatória, 42 mil metros quadrados, entre Av. Tereza Cristina e Via Expressa — Coração Eucarístico — BH), ocupado ilegalmente por Via Engenharia, antecedida por Mendes Júnior, enquanto isso o tempo, por sua vez, URGE contrário às pessoas envolvidas diretamente no referido pleito perante Administração Municipal da capital mineira, inclusive reunimos com o prefeito Alexandre Kalil no dia 24 janeiro do corrente ano — vê-se aparência de compadrio ou desânimo face a empresas, diga-se, beneficiárias de favoráveis contratações de serviços sob dispêndio de cofres públicos –, assim, à luz de exemplares de situações passados (processos anexos), sugiro iniciarmos — que sejam duas ou meia dúzia de pessoas — efetivo embate via judicial, isto, é o que proponho e, na qualidade de advogado, coloco-me à disposição de eventuais reais interessados à atuação judicialmente, a começar por Interpelação e notificação da PBH e órgãos afins!
João Silva de Souza

DESALENTO

PUBLICOU o escritor Carlos Lúcio Gontijo:
“(?)
COMO PODE HAVER INDEPENDÊNCIA NUM PAÍS EM QUE 44% DA POPULAÇÃO NÃO LEEM E OUTROS 30% NUNCA COMPRARAM UM LIVRO SEQUER?!”

Eu experimento, deliberadamente, por meio de efeivas doações de milhares de Livros autorais próprios — que me são CAROS não apenas econômico e financeiramente –, entregues em mãos a indivíduos exibidores de graduações formais, além de centenas disponibilizados graciosamente a instutuições instrutivas (escolas e bibliotecas públicas) em diferentes lugares, principalmente no território brasileiro, contudo, rarissimamente obtenho retorno moral (informações/referências de suas leituras).
Há situações de reencontros pessoais com muitas desses beneficiários
(destinatários) das referidas doações, sem qualquer demonstração de indício de efetiva leitura, sequer conseguem lembrar o nome deste desalentado escritor.
Assim, um dos muitos conhecidos exemplos de miserabilidade nacional, “É O Tchan”
(grupo baiano), com aparência de fim-do-poço perante racionalidade, representa tão-somente fase de transição do péssimo para pior!
João S. Souza

TAMPA & BALAIO

Amigo (não ocupante de cargo público, tampouco tem graduação escolar) escreve “miserável” com Z, há anos. O ministro da Educação, Abraham Weintraub, por seu turno, escreveu duas vezes a palavra “paralisação” com “Z” no ofício dirigido ao seu colega de ministério (economia) Paulo Guedes.
População brasileira —
inclui-se figuras governamentais — ouvinte de produções midiáticas, pincipalmente Rádio e TV, cujo vocabulário quase restrito exclusivamente a meia dúzia de repetitivas expressões (“a gente”, “vai”, segue, “acabou/acaba”, “ao longo” etc.), diga-se, desencontradas entre si, têm financiamentos (sustentos) oficiais (Estado — governos municipais, estaduais e federal) mediante bilionários pagamentos de propagandas “institucionais” (“legais”), e, ao mesmo tempo, angariam publicidades competitivas junto a empresas privadas (mercados produtor, comercial e serviços), além de adicionais faturamentos de agentes dos sistemas radiofônico e televisivo obtidos perante corporações como “planos de saúde” (prestam deficitários atendimentos médico e hospitalar as suas clientelas de assistência) e fabricantes de remédios através da forma de contratações de “palestras” desses “comunicadores” desviam-se das atividades fins, ou seja, há desenfreada canalização de dinheiro, por várias maneiras, ao setor midiático, a desconstituir eventuais esforços de recomposição do horroroso cenário de desconstrução cultural.
Ora, dispensa-se menção à degradação “musical” gerada por abundante ganância impingida à nação tupiniquim, tal qual a tampa relativa ao balaio.
(
João S. Souza — neste site referência a consulta “Insuportável”)

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