Independentes

Mês: Dezembro 2019 Page 1 of 3

IMAGINÁRIO POPULAR

Humanos (são muitos gêneros) exercem crenças inimagináveis; divinificam supremacia bovina; geram “milagres”; sensações ilusiórias de resultados (financeiro, econômico), que, aos gestores de fé’, tais ‘criativas’ produções em fórmulas terapêuticas garantem-lhes, efetivamente, resultados almejados.
Rádio e TV (concessões
públicas), operados direto (titulares/concessionários) e indiretamente (locatários de tempo) às incrementações das pretensas terapias dioturnas, infinitas criações em templos, e haja inspiração comparvelmente à profusão religiosa brasileira.

João S. Souza

IMIGRAÇÃO M O R T A L CONTEMPORÂNEA

E R A

Eu frequentei escola pública no Curso Primário, 5 anos, cuja edificação com paredes maquiadas com Cal e mal sustentavam a cobertura de telha “Francesa”, e jamais recebi um lápis, muito menos qualquer gênero alimentício ou suprimento escolar, embora, naqueles tempos, as Intuições de Ensino (nominadas educacionais), no geral, cumpriam seu principal papel, qual seja instruir alunato e sem se prender (e se perder) sob situações periféricas. Dito isto, não significa justificativa perante à situação relativa à precariedade e o desrespeito expostos no vídeo, no qual fornecimento da Merenda representado por uma bolacha e “ki-suco”, pois, ao contrário, repúdio qualquer forma de afronta, principalmente quanto a criança.
miseraveis.com

MERCADO CENTRAL – 90 ANOS

Eu, terráqueo (‘mineiro’), cresci e amadureci, diário e ininterruptamente, por questões funcionais, até 2002, na Praça 7 de Setembro, e sou, talvez, parte da minoria dos mineiros habitantes de Belo Horizonte não apegado ou habituado à frequência a “mercados” (atualmente, desaconselhável tal procedimento, razão óbvia), a não ser na condição de pretenso adquirente de produtos não encontráveis noutro recinto.
Frequentava, muito mais que atualmente, a cidade do Rio de Janeiro, em convivência com parentes e amigos lá residentes, que, semanalmente, visitam a conhecidíssima Feira de São Cristóvão, enquanto apenas uma dessas dezenas de vezes eu acompanhei-os nessas “empreitadas”
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João Silva Souza

JORNALISMO CONFUNDIDO COM PUBLICIDADE

Chamada verba publicitária (propagada) de governos (quando não diretamente promocional a governantes), desperdiça, nacionalmente, bilhões de reais, é grave visceral excrescência, culpada por tal descaminho, porque eventuais feituras de Estado aos olhos e tato da habitação planetária,  dispensa difusão artificial (contratada)!

João Silva Souza

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