BLACK FALSE

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Há muito, 20 e 14 anos, respectivamente, lancei e mantive em circulação, por minha conta e riscos, durante considerável tempo, o Jornal Antídoto e a Antídoto em Revista, os quais se ‘notabilizaram’ em razão de reservar parte das suas edições-mensais espaço-crítico-informativo-denunciativo em atendimento às demandas de interesse difusos e específicos de Consumidores, locatários e compradores de imóveis, automóveis etc., e, claro, além de, antes, participações (atuações) diretas-diárias na Rádio Capital e rotineiras entrevistas as muitas emissoras radiofônicas e televisivas — inclusive no programa “Globo Comunidade-TV Globo –, digo-te/vos isto porque àquelas épocas eu afirmava, categoricamente, ser absurdo as transferências (aquisições) de muitos formatos estrangeiros trazidos para esta pretensa-nação, chamada Brasil, chegar ao nossos ombros com o peso da distorção deliberada, ou seja, os implementadores aproveitam-se de 100% do que lhes são vantajosos, enquanto suprimem alguns quesitos da parte favorável ao dito cidadão. Exemplo atual, em curso, a “blac friday” tupiniquim anunciada, cantada e decantada aos quatro cantos e ventos.João S. Souza