CAPITÃO de FRAGATA ou CAFETÃO de GRAVATA!/?

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Fazer Política” — à luz da compreensão de remetente   e/ou interlocutor de conteúdo-clichê, diga-se, coincidentemente, odiagramado do nosso anterior livro Antídoto Temporão — destoa  da realidade, pois, não necessariamente o vocábulo tem ligação com disputas eleitorais, cujos propósitos são angariar cargos ou funções  remuneradas do Estado.

Nesta oportunidade, friso: enfiar a fala de ARISTÓTELES como apelo ou ajuda a essa bandalheira  (embates protagonizados por imorais e contumazes aproveitadores do modelo vantajoso à minoria) desmoraliza o filósofo grego, além de ser desdém à inteligência.
Voto na secção 53, zona 0035, R. Vitório Marçola — Anchieta, B. Horizonte-MG — inteiramente composta por três Mulheres, e, por isto, entreguei-as rosas e um exemplar do meu trabalho literário referido acima.

João S. Souza