I-N-C-O-M-P-L-A-C-E-N-C-Ê-N-C-I-A

I-N-C-O-M-P-L-A-C-E-N-C-Ê-N-C-I-A

PUNIÇÃO a TODOS, sem excessão, independente de ligação civil, afetiva ou parentesco, e muitas pessoas não sabem, talvez, o poderio exercido por A. Neves sobre território mineiro e, também, nacionalmente, que, articulada e bem-aventurada, mandou durante doze anos (mandatos de governador exercidos diretamente pelo seu irmão, além dos quase quatro anos enquanto Anastasia “ocupara” as sedes palacianas no estado, sob as mesmas ordens e/ou desejos dos Neves), por si sós demonstram procedências de suspeitas, se não comprovadas “culpas em cartório”, e basta relembrar os conchavos de candidaturas, que produziram as suplências nas eleições de Clésio Andrade e Perrela, para, posteriormente, o então governador “renunciante”  A. Anastasia tornara senador mediante o procedimento,  juntara-se aos dois antes mencionados, como fiéis seguidores ou doutrinados “políticos” de Aécio.
A força dos irmanados produziu a inacreditável junção entre PT (Pimentel) e o PSDB (Neves), resultou na eleição do quase desconhecido Márcio Lacerda a prefeito de BH, isso, induvidosamente, a partir das composições de interesses comuns, ou não, dos referidos “padrinhos”.
Minas Gerais efetiva inimagináveis e tremendas manufaturas da polticagem!
João S. Souza