Miseraveis Independentes

Independentes

E R A

Eu frequentei escola pública no Curso Primário, 5 anos, cuja edificação com paredes maquiadas com Cal e mal sustentavam a cobertura de telha “Francesa”, e jamais recebi um lápis, muito menos qualquer gênero alimentício ou suprimento escolar, embora, naqueles tempos, as Intuições de Ensino (nominadas educacionais), no geral, cumpriam seu principal papel, qual seja instruir alunato e sem se prender (e se perder) sob situações periféricas. Dito isto, não significa justificativa perante à situação relativa à precariedade e o desrespeito expostos no vídeo, no qual fornecimento da Merenda representado por uma bolacha e “ki-suco”, pois, ao contrário, repúdio qualquer forma de afronta, principalmente quanto a criança.
miseraveis.com

MERCADO CENTRAL – 90 ANOS

Eu, terráqueo (‘mineiro’), cresci e amadureci, diário e ininterruptamente, por questões funcionais, até 2002, na Praça 7 de Setembro, e sou, talvez, parte da minoria dos mineiros habitantes de Belo Horizonte não apegado ou habituado à frequência a “mercados” (atualmente, desaconselhável tal procedimento, razão óbvia), a não ser na condição de pretenso adquirente de produtos não encontráveis noutro recinto.
Frequentava, muito mais que atualmente, a cidade do Rio de Janeiro, em convivência com parentes e amigos lá residentes, que, semanalmente, visitam a conhecidíssima Feira de São Cristóvão, enquanto apenas uma dessas dezenas de vezes eu acompanhei-os nessas “empreitadas”
.
João Silva Souza

JORNALISMO CONFUNDIDO COM PUBLICIDADE

Chamada verba publicitária (propagada) de governos (quando não diretamente promocional a governantes), desperdiça, nacionalmente, bilhões de reais, é grave visceral excrescência, culpada por tal descaminho, porque eventuais feituras de Estado aos olhos e tato da habitação planetária,  dispensa difusão artificial (contratada)!

João Silva Souza

EXCRESCÊNCIA

Não mais falamos Português no Brasil.
Pessoas de outros países, inclusive de Portugal, que buscam em compêndio idiomático pátrio as necessárias informações à compreensão, ao chegarem nesta terra, sentem-se completamente desnorteadas, mesmo em ambientes escolares, não por outra principal causa “universidades de Portugal não estão preparadas para invasão de estudantes brasileiros.”
“Eu estava usando um termo da psicologia que é usado no Brasil e o professor disse ‘fala em português’. Eu disse que estava falando e ele disse ‘não, isso aí é brasileiro, fala português correcto’”, é um dos exemplos dados por uma aluna de 24 anos que em 2014 escolheu Portugal como destino de intercâmbio
(publicação ‘DCM’)”.
Aqui é regular mau uso da Palavra, principalmente na forma oral, fala-se tantos absurdos diuturnamente (“vai ficar, “vai voltar, “acaba” isso, “acabou” aquilo, “fica/ficou” aqui ou acolá etc.), dessa maneira, instituído tupiniquês!

Page 37 of 156

Powered by WordPress & Theme by Anders Norén