PRÓPRIA CARAPUÇA

PRÓPRIA CARAPUÇA

Articulo com meus “botões” fórmula de sugerir (suscitar) dúvida ou solicitar providência necessária perante Portugal, dessa feita, em vez de eventual descobrimento do acaso do rico território brasileiro, implementar ou protestar junto à terra-tupiniquim a impor-nos obrigação (prática)de falarmos e escrevermos a Língua-mãe-lusitana, ao menos nível secundário-fundamental, sob pena sejamos compelidos adotarmos idioma próprio, o TUPINQUÊS, que, extra-oficialmente, é, exclusivamente, utilizado, do Arroio ao Chuí, cuja origem (imposição) da alteração “idiomática” processada, de forma veloz e eficazmente, desde final da década de 1970, coincidentemente, a partir da implantação (formação) de redes nacionais de rádios e televisões brasileiras.
Eu, limitado a pouco grau de franqueza, há alguns anos, re-explico-me a quem me dirijo ao dizer que porto e suporto, claro, apenas o elevado peso-pesado da ignorância existente em mim relativos a tantos campos e áreas do exercício da VIDA, suficiente a não comportar, sobre meus ombros, mais nenhuma carga que não produzo. Jamais produzi, especialmente assertiva, sem demostrar realidade, nessa linha e desta feita registro “… Carlos Henrique vai explicar ora gente, tem gente na quadra…”, poronúncia do “apresentador” ‘Globo Esporte’, antes do início do Handboll de Areia – 10:08h, 06/11/16.
João S. Souza